Vídeo realizado pelas alunas do 9º semestre de Ciências Biológicas - Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT
Tangará da Serra - Mato Grosso.
Disciplina de TIC
Professora: Gizelly Mendes da Silva
Farmácia: ANJO DA GUARDA - Tangará da Serra
Farmacêutica: Anna Maria Felix Silva Morizzo
Acadêmicas: Bruna Ribeiro, Fernanda Locatelli e Kaliane Zaira
quarta-feira, 29 de abril de 2015
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Entrevista Wallace Barroso
Estado atual de conservação das Podocnemis unifilis (tracajás) e da P.expansa (tartarugas) em uma comunidade ribeirinha (Crisóstomo), situada em Santa Teresinha-MT.
Autores/Acadêmicos: Aline Batista, Carol Barros, Fabrícia Bruna, Graziela Senger.
Autores/Acadêmicos: Aline Batista, Carol Barros, Fabrícia Bruna, Graziela Senger.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Telejornal Bio Tic - Peixe Leão
Peixe Leão: De onde veio? Como Vive? Qual a problemática ambiental envolvida?
Acadêmicas: Samara Kleszcz, Jaqueline Sampietro e Patrícia Guralski
terça-feira, 21 de abril de 2015
Biologia Marinha
Uma das áreas de atuação dos Biólogos.
Biologia Marinha
Acadêmicas: Edilaine Ferreira de Medeiros e Thayná Garcia Fernandes.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Dia da Água - Unemat Tangará da Serra - MT
Neste vídeo apresento o evento realizado na Unemat de Tangará da Serra - MT, sendo que na oportunidade comemorou-se o Dia da Água com palestras e stands distribuídos entre as salas de aula e laboratórios da universidade, com apresentações dos trabalhos desenvolvidos no campus.
Vale lembrar que este bem que temos disponível se torna a cada dia mais ESCASSO devido a falta de consciência de seus consumidores, quando os mesmos tomam seus banhos demorados com o chuveiro ligado, escovam dentes com a torneira ligada e entre outras atividades que podem ser repensadas, para então evitar este desperdício de água, produto este que é de grandiosa importância.
Vamos ECONOMIZAR ÁGUA, VALE A PENA.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
Abelhas Indígenas Sem Ferrão
ABELHAS
BRASILEIRAS
Sistemática
e Identificação
CLASSIFICAÇÃO TAXONÔMICA DAS ABELHAS SEM
FERRÃO
A
taxonomia é uma área da biologia que busca agrupar e classificar os seres
vivos. Para isso, os taxonomistas utilizam os conhecimentos da sistemática, que
estuda as relações (morfológicas, comportamentais, evolutivas e etc) dos
organismos. As abelhas estão entre os organismos vivos mais estudados na
atualidade, e isso reflete na constante descoberta de novas espécies. Com isso
há uma instabilidade na classificação desses organismos, sempre sendo
necessário uma revisão e uma mudança na classificação dos mesmos.
Vários
autores podem propor diferentes classificações para um mesmo grupo de organismo
(isso também ocorre em trabalhos relacionados com abelhas), porém as diferentes
classificações não dizem respeito ao conhecimento que temos sobre o grupo
estudado, e sim a posição (hierárquica) classificatória que esse organismo se
encontra. No início as abelhas foram todas classificadas por Lineu como Apis. Posteriormente, esse grande grupo
foi dividido em dois: abelhas de língua longa e abelhas de língua curta. Alguns
autores classificaram esses dois grupos como gênero, enquanto outros autores os
classificavam como família. Mais tarde, as abelhas foram classificadas também
de acordo com o seu comportamento: social, solitárias ou parasitas. Em 1944
Michener reconheceu seis famílias: Colletidae, Andrenidae, Halictidae,
Melittidae, Megachilidae e Apidae. Hoje se questiona a hipótese de agrupar
todas as abelhas em uma única família (Apidae), rebaixando assim, as famílias à
subfamília. Hoje estima-se que haja cerca de 3.000 mil espécies no país, e
destas, apenas 10% foram descritas.
As
abelhas conhecidas como “abelhas indígenas sem ferrão”, estão agrupadas na
subtribo Meliponina. Estas são eusocias, de tamanho minúsculo a médio, seus
ninhos geralmente são construídos em cavidades pré-existentes, podendo ser
também expostos. Essa subtribo contém várias de centenas de espécies,
distribuídas em regiões tropicais de todo o mundo, e também presentes em
regiões subtropicais do hemisfério sul.
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Figura 1
- Entrada do Ninho de Jataí (Tetragonisca sp.)
Fonte: http://www.socialinsect-research.com/stingless-bees.php
Referências
SILVEIRA, Fernando A; MELO, Gabriel A. R.; ALMEIDA, Eduardo A. B. ABELHAS BRASILEIRAS – Sistemática e Identificação. Belo Horizonte, 2002.
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sexta-feira, 20 de março de 2015
Salve animais silvestres
Salve animais silvestres
Patricia Guralski
Você sabia que milhões de animais silvestres são atropelados em nossas rodovias, todos representantes da nossa diversa fauna, como aves, mamíferos, anfíbios, répteis. Com o objetivo de resolver o problema a WWF, juntamente com Rede Nacional Pró-Unidades de conservação e o deputado Federal Ricardo Izar elaboraram uma proposta de lei (que busca diminuir drasticamente esse problema.
Como auxilio na aprovação da lei foi solicitada um abaixo assinado, onde todos podem assinar virtualmente. É importante que cada cidadão se mobilize em relação a nossa rica biodiversidade e colabore com a aprovação desta Lei.
Para dar sua contribuição é simples e rápido só clicar no link:
(https://secure.avaaz.org/po/petition/Congresso_Nacional_Brasilia_Aprovem_o_PL_4662015_e_salve_475_milhoes_de_animais_selvagens/?sNEiCbb) e assinar .
Acessar a proposta de lei Lei: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=949094
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