quarta-feira, 11 de março de 2015

Uma ajuda a mais


Sobre o projeto.
O projeto de extensão, “Ponto de Didática – Grupo Interdisciplinar de Estudos e Apoio a Práticas Pedagógicas”, tem como público alvo os acadêmicos da Unemat, Campus de Tangará da Serra-MT, em especial os dos Cursos de Licenciaturas em Ciências Biológicas e de Letras, bem como dos outros cursos que necessitem de apoio pedagógico. Também busca atender professores dos diversos Cursos do Campus bem como os da rede pública que sinalizam carência de materiais didáticos para auxiliar na elaboração de suas atividades. A proposta deste trabalho extensionista é contribuir com os acadêmicos e a comunidade com auxílio didático/pedagógico, empréstimo de materiais pedagógicos, mais especificamente com empréstimos de livros, filmes, transparência e revistas. Além disso, o projeto se responsabiliza por realizar catalogação dos materiais que chegam (muitos através de doação), etiquetagem das revistas e livros por áreas de conhecimento e organização do acervo, gravação e reprodução de copias de filmes, pesquisa e elaboração de sinopses dos mesmos, auxilio aos acadêmicos na produção de micro aulas e apresentações diversas (seminários, micro aulas, etc). Os membros do Projeto ainda participam de grupos de estudos com discussões de textos que contribuem para a formação acadêmica, principalmente dos bolsistas. Notamos a relevância deste projeto quando percebemos a significativa procura dos acadêmicos aos mais de 300 títulos de filmes e 250 livros disponíveis, sendo que os dados de empréstimos já passam de 300 por ano. Vale lembrar que os dados apresentados são parciais, referente a 2013-2014, devido à continuidade do projeto que já vem sendo executado ha quatro anos, atendendo os estudantes mesmo antes de ser institucionalizado, quando contava com a colaboração de voluntariado acadêmico e das coordenadoras. Esses dados nos apresenta a importância dessas atividades para os universitários que no inicio de sua formação necessitam de orientação e sugestões de atividades assim como de incentivo para realizarem com êxito suas obrigações acadêmicas.
Lembrando que o referido projeto tem a execução de suas atividades, em um espaço agradável anexo a sala de projetos, localizado no Campus da UNEMAT de Tangará da Serra - MT.

Equipe:
Coordenadoras: 
Dr. Maria Helena Rodrigues Paes
Me. Ivanete Inês Parzianello Carvalho
Dr, Regiane Cristina Custódio

Bolsistas:
Carla Cristina Padilha Cassanica (Ciências Biológicas)
Thamires Teixeira de Souza (Administração de Agronegócios)



Era Virtual - Biomas

      Vivemos em uma era totalmente a favor da tecnologia, pensando nisso hoje existem inúmeras tecnologias usadas de forma benéfica para formação de conhecimento e não usá-las a seu favor seria ignorância e de uma natureza leiga. Pensando nisso, foi desenvolvido o museu virtual onde podemos navegar para lugares incríveis sem sair do lugar. 
    No museu virtual viajamos por todas os biomas de Brasil e descobrimos as principais características do local, sem falar na grande diversidade das espécies existentes no bioma.   Com uma tecnologia 3D você visualiza lugares incríveis, com utilização de áudios informativos.
        Os sete biomas do Brasil são: Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pampas, Pantanal e Ambientes Costeiros. Apresentam uma grande diversidade, visando que estes possuem uma enorme extensão territorial, com vegetação e climas diversificados.
        A cada exposição mais informações são recebidas, sendo um ótimo ambiente de aprendizagem.



 http://www.eravirtual.org/biomas/index.html

Alguns porquês do nosso corpo

Por que perdemos os dentes de leite?
Porque as raízes dos dentes tanto de leite, quanto os definitivos estão dentro das gengivas e quando as raízes dos dentes definitivos se desenvolvem os dentes de leite caem para dar lugar a eles.

Até que idade crescemos?
Mais ou menos até os 20 anos, porém as mudanças não ocorrem somente no esqueleto, pois na adolescência todo o corpo irá mudar, e quando nos tornamos adultos o corpo não cresce mais.

Por que nossos dentes não têm a mesma forma?
Porque cada um desempenha um papel diferente, sendo que os da frente servem para partir os alimentos, os caninos desfiam e os molares servem para triturar a comida.

 Pra que serve a saliva?
É importante para que quando comemos, tem a função do molhar os alimentos e assim iniciar a digestão, facilitando o trabalho do sistema digestório, além de proteger nossa boca contra a cárie.

Por que ficamos bronzeados quando tomamos sol?
Porque o nosso corpo fabrica uma substância escura chamada melanina que serve para proteger nosso corpo contra certos raios do sol. Quando ficamos expostos ao sol, essa substância é produzida em maior quantidade.

Esses são alguns por quês de nosso corpo. Para saber mais acesse o link abaixo.

Thayná Garcia.


Disponível em: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Curiosidades/Curiosidades.php



terça-feira, 10 de março de 2015

A IMPORTÂNCIA DA ORALIDADE NO ENSINO DE JOVENS E ADULTOS



OBJETIVO: Ensinar química tornando o conteúdo mais claro e não desinteressante apenas com regras e fórmulas, melhorando assim a compreensão dos estudantes.

METODOLOGIA: Foram elaboradas 20 questões sobre a matéria de química orgânica e inorgânica, voltada para o ensino médio. A sala foi dividida em grupos, onde cada grupo recebeu uma placa com a letra F (falso) e uma com a letra V (verdadeiro), as perguntas foram feitas e os grupos levantariam a placa de acordo com a resposta escolhida, a cada resposta correta o grupo marcaria um ponto, o ganhador seria quem fizesse mais pontos, tendo como prêmio chocolates e os pontos marcados como nota.

RESULTADOS OBTIDOS: O trabalho em grupo é uma forma de construir coletivamente o conhecimento, um momento que possibilita a troca de informações entre os colegas de grupo, com o anseio de ganhar o prêmio. Foi possível perceber que o aprendizado coletivo foi maior do que nas “aulas convencionais”, pois os alunos demonstraram maior interesse e liberdade em questionar e tirar suas dúvidas, sempre interagindo com o conteúdo, até mesmo os alunos considerados mais “quietos” se sentiram livres para questionar e interagir com os demais.

domingo, 8 de março de 2015

PIBID - EDUCAÇÃO AMBIENTAL - TRILHA ECOLÓGICA

PIBID - EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA ALUNOS DO CEJA – CENTRO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ANTÔNIO CASAGRANDE – TANGARÁ DA SERRA- MT: TRILHA ECOLÓGICA



Palavras-chave: Educação ambiental, trilha ecológica, ludicidade.

Introdução

        A trilha ecológica realizada com os alunos do CEJA Antônio Casa Grande, Tangará da Serra – MT, teve como objetivo propiciar uma reflexão acerca das atitudes individuais de cada aluno em relação à contaminação do meio ambiente, de maneira que possam utilizar o que aprenderam em seu dia-a-dia. Visto que o tema Poluição vem sendo discutido pela mídia, sabemos que a mesma causa muitos problemas, levando a população a pensar em Educação Ambiental como um modo de melhorar essa situação. 
     A escola vem sendo um dos espaços mais importantes para trabalhar Educação Ambiental, por ser o espaço de formação humana. Há, ainda, muitas discussões sobre como agir, o que fazer, levando sempre em consideração as necessidades do presente e as expectativas do futuro. 

Desenvolvimento

        Para a realização da trilha ecológica a sala se dividiu em grupos de 6 pessoas, num total de 12 alunos. Foram utilizadas cartolinas, lápis de cor, canetinhas, réguas, dados, moeda, figuras pequenas retratando animais e um roteiro de atividades. Utilizaram como molde uma trilha ecológica realizada pelas Pibidianas já elaborada para servir como exemplo. Observando a mesma, os alunos confeccionaram sua própria trilha, sendo que os desenhos feitos em cada lado tinham como objetivo retratar uma área devastada e uma preservada. Após iniciaram o jogo, onde cada aluno jogava o dado para avançar as casas com as figuras de cada um, tendo cada casa uma frase reflexiva ou uma pergunta sobre educação ambiental, conforme acertavam as respostas avançavam uma casa e respostas erradas voltavam uma casa, ao chegar na casa 10 a partir da moeda escolhiam o lado a seguir, onde se caísse cara iam para a direita e coroa para esquerda, caso caísse para a esquerda chegariam na área devastada tendo assim que retornar ao inicio para se conscientizar. 

Conclusão

       O jogo propiciava reflexão sobre as atitudes de cada um envolvido no jogo e um debate em sala de aula. No decorrer do jogo os alunos interagiram com o tema, refletindo sobre suas atitudes no dia-a-dia, bem como seus impactos no ambiente. A atividade foi monitorada o tempo todo e os resultados e imagens registrados. Conclui-se que as atividades lúdicas, bem elaboradas, podem contribuir tanto no aprendizado como na elaboração do conhecimento sobre qualquer tema escolhido.



Órgão financiador CAPES


Autora: Samara Pricila Kleszcz

quinta-feira, 5 de março de 2015

UM BREVE COMENTÁRIO SOBRE INTERNET E REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO.





             A internet é uma ferramenta que eu comparo a uma arma de grosso calibre, que ao mesmo tempo que salva o mundo mata inocentes, temos que usar de estratégias para introduzir este meio de maneira com que promova no aluno um crescimento intelectual. No grosso modo eu costumo dizer que os alunos estão loucos por conhecimento, más o marketing dos conteúdos indevidos rouba a atenção dos alunos, trazendo chamadas e imagens mais chamativa e antes que ele pense em algo construtivo ele já está mergulhado em fofocas de novela, fotos da amiga, joguinhos inúteis, entre outros. O facebook é um exemplo clássico, existem inúmeras páginas legais com conteúdo que podem ser utilizados como acesso ao conhecimento, más estas páginas costumam ter poucos seguidores comparados com páginas de pessoas famosas.
             A internet se difundiu de maneira muito rápida é não tivemos tempo de aprender a usa-la de maneira correta, o que podemos tentar fazer é ensinar, criar hábitos nos alunos e mostrar a eles que eles podem sim aprender sem sair do facebook, aprender sem se desligar das redes sociais. O professor tem que domar este cavalo chucro chamado internet e utiliza-lo no seu dia a dia.




Por Cleber Barros.

Peixe-leão - Uma ameaça a vida marinha.






  Parece inofensivo, bonito e que parece enfeitar o oceano, mas, nem tudo é o que parece ser, o peixe-leão atualmente vem causando medo e pânico em pesquisadores e biólogos por todo o mundo. O peixe Pterois volitans, popularmente conhecido como ''Peixe-Leão'', vem causando grandes estrágos no oceano atlântico, mais precisamente no mar do caribe. A distribuição nativa de Pterois volitans fica entre o norte da Austrália e o sul do Japão, estendendo-se até o Havaí em recifes de corais e costões rochosos. 

   O primeiro registro foi feito em 1985, mas passou a ser frequente a partir da década de 1990”, explica o professor Marcelo Melo, professor de Oceanografia Biológica, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IO-USP). Nos anos 80 nos sul dos Estados Unidos era apenas um, mas, com o passar do tempo o peixe-leão multiplicou-se por todo o mar caribe. O peixe-leão chegou as aguas da península de Yucatan, no México, em 2009, os pescadores locais perceberam uma grande queda nos peixes como garoupas e pargos, que são muito consumidas localmente. O peixe-leão é carnívoro e come simplesmente TUDO o que vê pela frente causando um verdadeiro estrago no mar do caribe. 
      Não possuindo um predador natural, o peixe-leão obtêm sucesso em praticamente todos os indivíduos chegando a fase adulta, uma fêmea de peixe leão chega a botar 2 milhões de ovos por ano, tornando-se um predador implacável. A invasão do peixe-leão ao mar do caribe pode ter começado de maneira inocente, vendido nos Estados Unidos como um peixe ornamental, enfeitando aquários, o peixe teria sido jogado por quem simplesmente não queria mais mante-los em casa.  Outra hipótese é a de que o furacão Andrew, que passou pela Flórida em 1992, tenha destruído lojas de animais e levado os peixes para o oceano.
      Agora, o peixe leão se encontra espalhado por todo o golfo do México e do caribe, desequilibrando todo o ambiente marinho.Uma estratégia foi criada para combater o peixe leão, essa estratégia foi incentivar o consumo da população. Em Cancun e Cozumel, os pescadores locais chegam a pescar 25kg de peixe-leão por dia. Depois, é preciso um pouco de cuidado no manuseio do peixe. Espetar o dedo nas espinhas externas dorsais doi. Doi muito, inflama, mas, é só nelas que está o perigo. Não há toxinas, nem veneno, nem peçonha na carne do peixe-leão. O governo do México e Estados Unidos faz campanhas explicando isso e para incentivar o consumo do peixe-leão. Hoje em dia, o peixe-leão já é considerado uma das maiores ameaças deste século à vida nos recifes do Oceano Atlântico.
      O peixe-leão pode chegar até 300 pés abaixo no nível do mar, graças a essa grande capacidade de sobrevivência aliada por não possuir predador natural no caribe, o peixe-leão se tornou um vilão para o ecossistema marinho.
     Recentemente em Arraial Do Cabo - Rio de Janeiro, um peixe-leão foi encontrado por pesquisadores, causando medo pelos mesmos. Ainda não se tem relatos sobre a diminuição de outras populações de peixes locais. Porem, assim como no caribe, tudo começou com apenas um individuo, o que resta saber é como o peixe-leão veio parar em aguas brasileiras.

----------- Assistam também essa reportagem feita pelo fantástico sobre o peixe-leão. http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/03/predador-ameaca-vida-marinha-no-litoral-do-rio-de-janeiro.html

Referências: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2014/12/peixe-leao-e-beleza-sem-predador-ja-avistado-em-aguas-brasileiras.html
http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/mais-um-peixe-leao-e-encontrado-na-costa-brasileira/

Carolina Gudim Suchi