quarta-feira, 4 de março de 2015

A vida dos Poríferos


       São animais exclusivamente aquáticos,recebem esse nome por possuir seu corpo recoberto por poros. Esses organismo podem variar em seu tamanho, desde 1 milimetro á 2 metros de diâmetro, O mais interessante é que estes não possui sistemas são bem simples em sua estrutura.  

      Os poríferos vivem fixos a rochas ou a estruturas submersas, como conchas, onde podem formar colônias de coloração variadas. Podem ser encontrados desde as regiões mais rasas das praias até profundidades de aproximadamente 6 mil metros. Alimentam-se de restos orgânicos ou de microrganismos que capturam filtrando a água que penetra em seu corpo, como veremos adiante. Por sua vez, servem de alimento para algumas espécies de animais, como certos moluscos, ouriços-do-mar, estrelas-do-mar, peixes e tartarugas.

     Os poríferos são animais filtradores, já que filtram a água que penetra em seu corpo, retirando dela alimento e gás oxigênio. Depois disso, a água com resíduos do metabolismo desses animais é eliminada para o ambiente por meio de uma abertura denominada ósculo.
     
        A reprodução dos poríferos pode ser assexuada ou sexuada. Assexuada ocorre, por exemplo, por brotamento. Neste caso, formam-se brotos, que podem se separar do corpo do animal e dar origem a novas esponjas. 

     Sexuada, neste caso, quando os espermatozoides (gametas masculinos) estão maduros, eles saem pelo ósculo, junto com a corrente de água, e penetram em outra esponja, onde um deles fecunda um óvulo (gameta feminino). Após a fecundação, que é interna, forma-se uma célula ovo ou zigoto, que se desenvolve e forma uma larva. A larva sai do corpo da esponja, nada com a ajuda de cílios e se fixa, por exemplo, numa rocha, onde se desenvolve até originar uma nova esponja.







Referências:

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/porifero2.php




Carol Barros

RESUMO DO TEXTO: HIBRIDAÇÃO in situ (FISH) E SUAS APLICAÇÕES NA CITOGENÉTICA DE PEIXES

  


Cleber Barros¹
   
             Desde a apresentação da estrutura da molécula de DNA e de sua replicação semiconservativa proposta por Watson e Crick na década de 1950, houve um grande progresso nos estudos de biologia molecular. O reconhecimento da complementaridade entre os nucleotídeos da dupla hélice e de seu mecanismo de replicação aliados aos conhecimentos sobre a reprodução de bactérias deu início ao que se chamou de tecnologia do DNA recombinante. Com esta tecnologia surgiu Hibridização in situ (HIS).
 A técnica denominada de hibridação in situ consiste basicamente no pareamento de determinado segmento de DNA ou RNA com uma sequência de nucleotídeos complementar situada dentro da célula, visando verificar se esta possui essa sequência e qual a sua exata localização. Devido ao seu grande desenvolvimento, esta técnica se tornou uma das mais informativas em citologia, sendo atualmente usada na biologia do desenvolvimento, citotaxonomia, citogenética clínica e melhoramento genético. Entretanto, para alcançar os objetivos com resultados satisfatórios, é necessário que as lâminas utilizadas sejam de boa qualidade, um bom número de metáfases com cromossomos bem espalhados. Quanto maior o nível estringência maior será a confiabilidade de sua hibridação, sendo, no entanto, necessária uma grande quantidade de DNA-alvo para que ocorra o processo na maioria das células.
As sondas utilizadas na hibridização podem ser de variados tipos, de acordo com o tipo da seqüência do DNA usada e, ou, da forma como está disposta na molécula. Das técnicas de hibridização utilizadas, a que mostra maior facilidade na obtenção das sondas é a genômica in situ (GISH), pelo fato das sondas serem formadas pela fragmentação do DNA total. O tamanho das sondas é um requisito importante a ser considerado para o sucesso do processo de hibridização, pois seqüências muito pequenas podem hibridizar regiões do DNA que não são o alvo do estudo. Por outro lado, seqüências muito grandes apresentam grande dificuldade em penetrar a célula e alcançar o alvo ou por possuírem freqüentemente DNA repetitivo disperso também podem ocasionar o pareamento fora da região alvo.
Atualmente são empregadas algumas variantes da FISH, como por exemplo, a técnica de PRINS (PRimed IN Situ labeling), onde a sonda é hibridizada in situ antes de ser marcada, pois nesta técnica a sonda funciona como um iniciador para a síntese de uma Taq polimerase que expande sua extremidade 3’ com nucleotídeos marcados, evidenciando as regiões do DNA-alvo em estudo. A partir da técnica de PRINS foi desenvolvida a técnica denominada C-PRINS (Cycling-PRINS), que amplifica o DNA-alvo in situ, com a utilização de dois iniciadores flanqueando o DNA-alvo como numa reação de PCR, incluindo todos os iniciadores, os nucleotídeos marcados e não-marcados e uma Taq polimerase, sendo o processo desenvolvido em lâminas introduzidas em termociclador que aceita lâminas em vez de Eppendorfs. O resultado do processo é a marcação do sítio do DNA-alvo com maior rapidez, maior sensibilidade e poder de resolução.


Referência

Trabalho cedido pelo Prof. Titular da Universidade do Estado de Mato Grosso. Waldo Troy, arquivo próprio. 

Coalas podem desaparecer com aquecimento da Austrália, diz estudo


Coalas podem desaparecer com aquecimento da Austrália, diz estudo

O coala, marsupial que é um dos símbolos da Austrália, pode desaparecer em decorrência do aumento das temperaturas no país, a menos que ações "urgentes" sejam tomadas, advertiu um estudo publicado nesta quinta-feira (3). Entre as medidas, está o plantio de árvores que sirvam de abrigo aos animais e de eucaliptos, dos quais os bichos se alimentam.
O cientista que conduziu o estudo, Mathew Crowther, da Universidade de Sydney, disse que a pesquisa feita ao longo de três anos rastreou por satélite 40 coalas no estado de Nova Gales do Sul, no noroeste da Austrália, para examinar seus hábitos.
Esse foi o primeiro estudo a comparar onde os marsupiais escaladores de árvores passam seus dias e noites. A pesquisa descobriu que árvores grandes e maduras, com folhagens densas, são fundamentais para a sobrevivência dos animais, particularmente durante eventos de clima extremo, como incêndios florestais e ondas de calor.
"Nossa pesquisa confirmou que os coalas se abrigam durante o dia em diferentes tipos de árvores, e se alimentam de eucaliptos durante a noite", afirmou Crowther. "Descobrimos que, quanto mais quente é o dia, mais coalas tendem a procurar árvores maiores com folhagens densas para tentar escapar das temperaturas", acrescentou.
Apesar de serem muito seletivos com seus locais de alimentação – os coalas comem folhas de uma variedade pequena de espécies de eucalipto –, Crowther disse que a pesquisa descobriu que os animais encontrariam abrigo em uma variedade relativamente ampla de árvores, enfatizando o impacto do desmatamento sobre a vulnerabilidade dos bichos, à medida que as temperaturas da Austrália alcançam novos recordes.Crowther afirmou que um quarto do grupo estudado foi dizimado pela onda de calor de 2009, que precedeu os incêndios florestais do Sábado Negro no país, uma estatística alarmante "em vista da frequência crescente de eventos climáticos extremos".
"Assegurar que um habitat tenha uma boa provisão de árvores alimentícias e proteger os coalas de predadores não é suficiente para assegurar sua sobrevivência", destacou o pesquisador.
"É preciso dar ênfase urgente à preservação das árvores mais altas e seguras (...) e ao plantio, tanto de árvores que servem de alimento quanto de abrigo, especialmente em áreas mais protegidas, para tentar mitigar o impacto das altas temperaturas", acrescentou.
Segundo o "think tank" sem fins lucrativos Climate Council, o mês de setembro foi o mais quente já registrado na Austrália, com temperaturas médias nacionais 2,75° C mais altos que a média de longo prazo.
Em um relatório publicado na quinta-feira sobre dados do Bureau of Meteorology, o conselho reportou que 2013 está no caminho de se tornar o ano mais quente já registrado na Austrália, superando a marca anterior, de 2005.
Uma investigação do governo do país sobre o destino dos coalas, que apresentou seus resultados em 2011, alertou que essas criaturas sonolentas e peludas estavam sob crescente ameaça e deveriam ser consideradas uma espécie ameaçada, com a queda vertiginosa de seu habitat.
Embora fosse abundante antes da chegada dos colonos britânicos, em 1788, agora acredita-se que restem 43 mil coalas na natureza, embora o fato de eles viverem no topo das árvores os torna uma espécie difícil de ser registrada.



Referência:
<http://www.sobiologia.com.br/conteudos/noticias/noticia4.php>

Ultimas notícias:

Sem saber o que escrever, coloquei biologia no GOOGLE e cliquei na aba de noticias e veio aquela pancada de notícias e decidir então comentar sobre a ultimas, assim nos mantem atualizados, então vamos lá!!


Titulo da notícia:

IFPI abre vaga para Professor no curso de Biologia

No site é comentado sobre a abertura das inscrições para o processo seletivo realizado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí, esse processo seletivo é para UMA vaga de professor substituto para o campus Picos com uma jornadas semanais de 40h, e contrato de até um ano, que pode haver prorrogação, os candidatos passarão por análise de curriculum e uma prova de desempenho didático, composta por aula de 50 minutos.
Site www.portalodia.com.br                 Data e hora:03/03/2015 09:55

Titulo da notícia:

Estudante podem se inscrever para a Olimpíada Brasileira de Biologia

O site avisa que está abertas as inscrições para a XI Olimpíada Brasileira de Biologia, essa competição tem o objetivo de fomentar e incentivar os estudante de ensino médio a se interessar pela disciplina não é obrigatário mais o professor pode fazer tem papel fundamental para que o aluno se interessa em participar da olimpíada.
Os 4 melhores candidatos participarão da Olimpíada Internacional na Dinamarca.
    
Site www.conexaoto.com.br                 Data e hora:24/02/2015 


Bom é isso que queria mostrar :D

Michelle Vecchi

Áreas de atuação do Biólogo

Após longos 5 anos de estudo, 10 semestre estudando Biologia e agora?? Em que vou trabalhar???
Biologia é uma palavra formada pelos termos gregos “bios” (vida) e “logos” (estudo) cujo significado literal é “estudo da vida” ou seja é a ciência que tem como objetivo estudar todos os seres vivos e as formas de vida, incluindo a fauna, a flora e os vegetais.
O profissional formado tem duas grandes áreas de atuação a Licenciatura e o Bacharelado, são pelo menos 50 as áreas de atuação. Mesmo assim, muitas vezes os Biólogos têm dificuldades de ingressar no mercado trabalhando, seja por falta de conhecimento ou por não serem exclusivamente da profissão.
Segue abaixo as áreas de atuação em que o Biólogo pode atuar

  • Aquicultura: Gestão e Produção 
  • Arborização Urbana
  • Auditoria Ambiental
  • Bioespeleologia
  • Bioética
  • Bioinformática
  • Biomonitoramento
  • Biorremediação
  • Controle de Vetores e Pragas
  • Curadoria e Gestão de Coleções Biológicas, Científicas e Didáticas
  • Diagnóstico, Controle e Monitoramento Ambiental
  • Ecodesign
  • Ecoturismo
  • Educação Ambiental
  • Fiscalização/Vigilância Ambiental
  • Gestão Ambiental
  • Gestão de Bancos de Germoplasma
  • Gestão de Biotérios
  • Gestão de Jardins Botânicos
  • Gestão de Jardins Zoológicos
  • Gestão de Museus
  • Gestão da Qualidade
  • Gestão de Recursos Hídricos e Bacias Hidrográficas
  • Gestão de Recursos Pesqueiros
  • Gestão e Tratamento de Efluentes e Resíduos
  • Gestão, Controle e Monitoramento em Ecotoxicologia
  • Inventário, Manejo e Produção de Espécies da Flora Nativa e Exótica
  • Inventário, Manejo e Conservação da Vegetação e da Flora
  • Inventário, Manejo e Comercialização de Microrganismos
  • Inventário, Manejo e Conservação de Ecossistemas Aquáticos: Límnicos, Estuarinos e Marinhos
  • Inventário, Manejo e Conservação do Patrimônio Fossilífero
  • Inventário, Manejo e Produção de Espécies da Fauna Silvestre Nativa e Exótica
  • Inventário, Manejo e Conservação da Fauna
  • Inventário, Manejo, Produção e Comercialização de Fungos
  • Licenciamento Ambiental
  • Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL)
  • Microbiologia Ambiental
  • Mudanças Climáticas
  • Paisagismo
  • Perícia Forense Ambiental/Biologia Forense
  • Planejamento, Criação e Gestão de Unidades de Conservação (UC)/Áreas Protegidas
  • Responsabilidade Socioambiental
  • Restauração/Recuperação de Áreas Degradadas e Contaminadas
  • Saneamento Ambiental
  • Treinamento e Ensino na Área de Meio Ambiente e Biodiversidade
  • Aconselhamento Genético
  • Análises Citogenéticas
  • Análises Citopatológicas
  • Análises Clínicas
  • Análises de Histocompatibilidade
  • Análises e Diagnósticos Biomoleculares
  • Análises Histopatológicas
  • Análises, Bioensaios e Testes em Animais
  • Análises, Processos e Pesquisas em Banco de Leite Humano
  • Análises, Processos e Pesquisas em Banco de Órgãos e Tecidos
  • Análises, Processos e Pesquisas em Banco de Sangue e Hemoderivados
  • Análises, Processos e Pesquisas em Banco de Sêmen, Óvulos e Embriões
  • Bioética
  • Controle de Vetores e Pragas
  • Desenvolvimento, Produção e Comercialização de Materiais, Equipamentos e Kits Biológicos
  • Gestão da Qualidade
  • Gestão de Bancos de Células e Material Genético
  • Perícia e Biologia Forense
  • Reprodução Humana Assistida
  • Saneamento Saúde Pública/Fiscalização Sanitária
  • Saúde Pública/Vigilância Ambiental
  • Saúde Pública/Vigilância Epidemiológica
  • Saúde Pública/Vigilância Sanitária
  • Terapia Gênica e Celular
  • Treinamento e Ensino na Área de Saúde.
  • Biodegradação
  • Bioética
  • Bioinformática
  • Biologia Molecular
  • Bioprospecção
  • Biorremediação
  • Biossegurança
  • Cultura de Células e Tecidos
  • Desenvolvimento e Produção de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs)
  • Desenvolvimento, Produção e Comercialização de Materiais, Equipamentos e Kits Biológicos
  • Engenharia Genética/Bioengenharia
  • Gestão da Qualidade
  • Melhoramento Genético
  • Perícia/Biologia Forense
  • Processos Biológicos de Fermentação e Transformação
  • Treinamento e Ensino em Biotecnologia e Produção.


Agora é só escolher em qual área gosta mais para atuar e Boa Sorte :D

Conselho Federal de Biologia - http://www.cfbio.gov.br/o-biologo/area-de-atuacao
Carolina Suchi 
Michelle Vecchi


terça-feira, 3 de março de 2015

Jogos Didáticos em aula de Ciências

Jogos Didáticos em aula de Ciências

O uso deste recurso em sala de aula tem crescido nos últimos anos, devido sua dinâmica em favorecer ao aluno aprendizado de maneira mais divertida, além de proporcionar aos participantes a socialização de relações, trazendo também, o entretenimento para o ambiente escolar sem deixar de aprender o conteúdo.
Este empenho dos estudantes é possível perceber em aulas de ciências, quando lhe são apresentados os jogos lúdicos que tratam do conteúdo de diversas formas. Dentre os jogos, temos várias opções disponíveis em livros e na rede de internet, vale lembrar que de acordo com a criatividade do docente podemos ter inúmeras ideias com materiais práticos e de fácil uso.
As alternativas são numerosas e podemos citar algumas: jogo de cartas, tabuleiro, dominó, memoria, bingo, passa ou repassa, super trunfo, montagem de pirâmide (por exemplo com a cadeia alimentar), quem sou eu?, dorminhoco, batalha, ludo e entre outros.
Portanto cabe ao professor trazer até o alcance dos alunos este recurso didático com qualidade, que oferece aprendizagem com participação dos mesmos. Vale lembrar que a utilização destes instrumentos deve estar aliada aos conteúdos trabalhados em aula, para assim os alunos terem subsídios suficientes para resolver as problemáticas durante a execução dos jogos.

segunda-feira, 2 de março de 2015

O Impacto Antrópico


O desmatamento tratado como um problema ambiental é relativamente recente na história, há alguns anos as famílias possuíam uma pequena área para cultivo de alimentos e de pastagem para o gado onde produziam para sua subsistência. Assim, a preocupação era prover alimento para as pessoas e pequenos comércios não visando lucro com vendas em escala.
Conforme vai agravando cada vez mais os impactos antrópicos o meio natural vai ficando danificado e a natureza acaba nos devolvendo o que nós causamos a ela. Devido a estes impactos ocorrem enchentes e desbarrancamento que a população, geralmente de grandes cidades, vem sofrendo nos tempos de hoje.
O ser humano utiliza os recursos hídricos indiscriminadamente. Isso faz com que a água potável cada vez diminua, pois a água é finita. E isso irá afetar a sobrevivência das populações futuras pela escassez de água ou na forma reduzida.

A preservação somente será realizada quando as leis forem colocadas em prática. Para que isso ocorra a sociedade em um todo tem que se conscientizar. Com a criação de grupos de estudos facilitaria a conscientização, pois lá seriam discutidos todos os fatores que são importantes para a preservação (GUIMARÃES, 2008).

Graziela Cristine Senger

GUIMARÃES, S.M.O.M. O MEIO AMBIENTE E A AÇÃO ANTRÓPICA: uma abordagem holística para a educação ambiental. 60f. Trabalho de conclusão de curso de pós-graduação. Faculdade Metropolitana de Belo Horizonte e à Universidade Internacional da Paz – Unidade Minas. Belo Horizonte. 2008. (Portal da Câmara Municipal de Belo Horizonte, disponível em < http://www.cmbh.mg.gov.br/images/stories/escoladolegislativo/Nucleo_DIvulgacao/Stella%20-%20Versao%20Final.pdf  >